Foi lá pelas quatro que o relógio badalou, já estava tarde e uma cerveja era a companhia do solitário rapaz. Uma varanda com uma bela vista da chuva de novembro caindo, pegou sua rede, armou em cada canto da parede, levou consigo travesseiros, e cobertores. Logo mais teria companhia.
Ficou ali, sentando ansioso pela companhia a chegar, mas logo pegou no sono.
Quando acordou, lá estava, uma boca salgada e gelada encostando em seus lábios, que de susto apenas responderam ao estimulo.
Foi tão rápido, que simplesmente sua boca secou, e logo de noite sua garota se foi, levando consigo uma parte do rapaz.
Foi rápido e momentâneo, mas ele queria mais, ele queria que ela dormisse em seus braços, e se perdesse em suas cobertas quentes.
Ao dar o ultimo gole na cerveja, ainda estava ali, sozinho e perdido com seus devaneios tardios.
Reclamou consigo, que falta de sorte, a garota deixou sua boca com sede, foi buscar outra cerveja, mas era insuficiente para tapar a lacuna do sabor exótico que ficou ali marcado nele.
O sabor do pecado da luxuria.
Ficou ali, sentando ansioso pela companhia a chegar, mas logo pegou no sono.
Quando acordou, lá estava, uma boca salgada e gelada encostando em seus lábios, que de susto apenas responderam ao estimulo.
Foi tão rápido, que simplesmente sua boca secou, e logo de noite sua garota se foi, levando consigo uma parte do rapaz.
Foi rápido e momentâneo, mas ele queria mais, ele queria que ela dormisse em seus braços, e se perdesse em suas cobertas quentes.
Ao dar o ultimo gole na cerveja, ainda estava ali, sozinho e perdido com seus devaneios tardios.
Reclamou consigo, que falta de sorte, a garota deixou sua boca com sede, foi buscar outra cerveja, mas era insuficiente para tapar a lacuna do sabor exótico que ficou ali marcado nele.
O sabor do pecado da luxuria.
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