Busco tantas palavras para descrever o que sinto, mas nenhuma delas se encaixa na situação. Talvez eu devesse ser uma pessoa menos complicada, pensar demais me obriga a ser assim.
Quando me deito, me perco em criações e planos, que a vida vai esfregando na minha cara que não passam, apenas de imaginação. Quando levanto é a realidade a me esbofetar, mais um dia da vida medíocre que ninguém pode mudar. Além de mim mesmo.
Qual a finalidade de estar aqui vivo, pensando, nesse mundo tão grande, que comparado ao universo não chega a ser um grão de areia. Viverei tão pouco tempo, e mesmo se vivesse milênios não entenderia a essência da vida.
Fugir é para os fracos, ter que encarar de frente é somente para quem consegue encarar seus demônios, todos os dias em frente ao espelho.
Eu já fugi, já lutei, já venci e perdi. A realidade ingrata que é só me obriga a sonhar e a imaginar como poderia ter sido. Mas nunca é do jeito que a gente quer.
Esse grão de areia em que vivo, me faz andar em círculos, para um dia cavar um buraco e me enfiar lá. Morrer sem entender o motivo de ter nascido e crescido.
Se faltam palavras, me sobram ideias do que pode ser isso aqui, mas no fim da tarde minhas ideias esfriam. E novamente estou aqui no grão de areia andando em círculos.
Quando me deito, me perco em criações e planos, que a vida vai esfregando na minha cara que não passam, apenas de imaginação. Quando levanto é a realidade a me esbofetar, mais um dia da vida medíocre que ninguém pode mudar. Além de mim mesmo.
Qual a finalidade de estar aqui vivo, pensando, nesse mundo tão grande, que comparado ao universo não chega a ser um grão de areia. Viverei tão pouco tempo, e mesmo se vivesse milênios não entenderia a essência da vida.
Fugir é para os fracos, ter que encarar de frente é somente para quem consegue encarar seus demônios, todos os dias em frente ao espelho.
Eu já fugi, já lutei, já venci e perdi. A realidade ingrata que é só me obriga a sonhar e a imaginar como poderia ter sido. Mas nunca é do jeito que a gente quer.
Esse grão de areia em que vivo, me faz andar em círculos, para um dia cavar um buraco e me enfiar lá. Morrer sem entender o motivo de ter nascido e crescido.
Se faltam palavras, me sobram ideias do que pode ser isso aqui, mas no fim da tarde minhas ideias esfriam. E novamente estou aqui no grão de areia andando em círculos.
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