sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Caminhada Longa

Hoje venho aqui como amigo, como irmão, como uma mãe que perdeu um filho, nostalgicamente todos temos lembranças boas de pessoas queridas, temos fotos, temos sorrisos gravados em nossos corações. Quando perdemos alguém importante, quando perdemos bases que sustentam nossas mentes e corações as nossas estruturas são abaladas, perdemos parte da nossa essência, por mais que ninguém queira perder alguém querido, chega a hora de se despedir e se sustentar só com lembranças.
A imortalidade é uma dádiva que temos em nossas mentes é um preciso diamante indestrutível  não acaba, só se apaga quando o brilho dos olhos desaparece.
Depois de palavras chulas de uma mente em luto, deixo aqui minha saudade, minha dor no peito, a vontade de poder sorrir com meus amigos de novo lembrando de uma pessoa que não foi perfeita como ninguém é.

Saollo Andrade. A saudade que aperta nosso corações vai te abraçar e te levar para os melhores momentos de sua vida e das nossas. O seu céu pessoal.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Desabafos de uma mente perdida no coração de uma estrela

A tempos que eu peço para que nada disso aconteça comigo, a tempos eu imploro a todas as divindades que tornem tudo mais fácil, até é fácil, mas sozinho se torna tudo tão escuro. Meu travesseiro ja não aguenta mais me ver chorar, minhas noites em claro ja não tem mais sentido.
Eu quero apenas uma companhia para aturar tudo isso junto, acho que meu medo me cega, mas o que é o medo se não uma defesa? Tudo anda tão devagar, mas numa piscadela o universo se contorce em um som inaudível e se torna uma imensurável tortura mental.
Agora estou bem amanhã ja não sei, eu quero conselhos, quero dar conselhos, queria poder mudar tudo, queria ser deus, e por que não o diabo ?
A sintonia do universo muda rápido demais para minha mente pequena acompanhar, minhas vistas estão escuras, quero meu lar, quero minha mãe.

Ja não me sinto eu mesmo, desde que me perdi nesse mundo de estrelas e escuridão, minha estrela está fraca demais para aguentar tanta escuridão, um buraco negro consome meu peito tornando tudo em uma sintonia irregular, tornando tudo em um sinal de televisão desligada.
O meu peito arde por amor, e meu corpo pede por compaixão, mas não existe compaixão nesse mundo. Não nesse mundo. Talvez quem sabe dentro da minha mente?