Séculos passados um senhor caminhava por uma rodovia, sempre na labuta diária do interior. Em sua casa tinha apenas um telescópio que herdara do pai, vários quartos vazios, e um retrato feito a mão por ele. A anos trabalhava e lutava diariamente com apenas um objetivo.
Quando mais moço se encantou por uma moça linda de cabelos cacheados e vermelhos como o sol de outono, paixão a primeira vista por aquele fogo vermelho balançando ao vento. Ignorante no saber acadêmico, e considerado pela sociedade como inexistente por não ter documentos até os quinze, apenas sabia contar e escrever, mesmo não conhecendo todas as letras e números. Aprende-rá a pintar com um vizinho e foi assim que em um quadro na velha casa de seu primo, imortalizara seu amor platônico, por ela que nem se quer o tinha visto direito.
No outro dia foi atras da moça ingenuamente levando seu quadro e sentimentos a revelar. Não a encontrou, nem a sua casa, nem alguém que a conhecesse. Anos se passaram com o retrato na parede e sua admiração e amor por aquilo que o quadro representava.
Jurou encontra-la, trabalhar e dar para ela um lar digno de sua beleza. Voltemos aos dias atuais, todos os dias ele se levanta e se lembra de uma história que aprende-ra como vizinho, que estrelas cadentes realizavam desejos. Antes tivera o telescópio do pai, mas não tinha interesse por aquela coisa velha. Mas ele engoliu seu ego e durante 40 anos de sua vida sempre olhava para o céu procurando estrelas cadentes, sempre o mesmo pedido, o mesmo retrato, o mesmo amor. Mas não se prenda a beleza do amor ou a tristeza da melancolia, mas sim ao tempo que ele perdeu a amar o amor e esqueceu de amar a si próprio,poder amar é uma dadiva, mas não entender o amor para o tempo é só uma questão de divida.
Quando mais moço se encantou por uma moça linda de cabelos cacheados e vermelhos como o sol de outono, paixão a primeira vista por aquele fogo vermelho balançando ao vento. Ignorante no saber acadêmico, e considerado pela sociedade como inexistente por não ter documentos até os quinze, apenas sabia contar e escrever, mesmo não conhecendo todas as letras e números. Aprende-rá a pintar com um vizinho e foi assim que em um quadro na velha casa de seu primo, imortalizara seu amor platônico, por ela que nem se quer o tinha visto direito.
No outro dia foi atras da moça ingenuamente levando seu quadro e sentimentos a revelar. Não a encontrou, nem a sua casa, nem alguém que a conhecesse. Anos se passaram com o retrato na parede e sua admiração e amor por aquilo que o quadro representava.
Jurou encontra-la, trabalhar e dar para ela um lar digno de sua beleza. Voltemos aos dias atuais, todos os dias ele se levanta e se lembra de uma história que aprende-ra como vizinho, que estrelas cadentes realizavam desejos. Antes tivera o telescópio do pai, mas não tinha interesse por aquela coisa velha. Mas ele engoliu seu ego e durante 40 anos de sua vida sempre olhava para o céu procurando estrelas cadentes, sempre o mesmo pedido, o mesmo retrato, o mesmo amor. Mas não se prenda a beleza do amor ou a tristeza da melancolia, mas sim ao tempo que ele perdeu a amar o amor e esqueceu de amar a si próprio,poder amar é uma dadiva, mas não entender o amor para o tempo é só uma questão de divida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário