terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Poder

Viajo por ai, a procura de aventuras,
Uma vida perigosa e solitária,
Cujo único anseio é meu nome nos bardos escutar,
O cavaleiro, sua capa e sua espada,
Que saem pelos quatro cantos, ao mal derrubar,
Nunca quis um reino, ou uma princesa,
Só quero em todas as batalhas, minha espada desembainhar,
E logo no final da guerra, cerveja e mulheres,
E de todo o banquete me deleitar,

Povoado por povoado vou fazendo meu nome,
E cada menino plebeu, grita ele a monarquia,
Sou a voz dos calados pela espada,
Sou o suor do fazendeiro que planta para virem roubar,
A lágrima dos escravos da realeza, todas vou enxugando,
E nessa terra, onde houver mal, vou expurgar. 

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